
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Isso tudo me leva.

sexta-feira, 14 de novembro de 2008
O esporte do amor causa.
sábado, 18 de outubro de 2008
Extravasa.

sexta-feira, 5 de setembro de 2008
Os amigos suaves sob pressão

segunda-feira, 18 de agosto de 2008
Amo litros a poesia de Bukowski
sábado, 2 de agosto de 2008
Tá 'rolando' um sentimento
domingo, 20 de julho de 2008
Anjos sensíveis em guerra?
domingo, 13 de julho de 2008
A liberdade pode ser incrível

terça-feira, 8 de julho de 2008
Meu lazer é dormir
quinta-feira, 3 de julho de 2008
Não vivo sem
O celular fica ligado dia e noite. Sem o aparelho móvel existe uma profunda crise de abstinência. Na imaginação ouvimos tocar e sem ao menos tremer na bolsa por mensagem de texto. Somos nômades digitais e existe a mudança do estilo de vida. Se percebe a revolução do comportamento, de se relacionar com o espaço. Desde a década de 90 não temos mais a utilidade básica de comunicação pela fala em celular. Os aparelhos inteligentes serão ainda implantados na pele, tipo tatuagem, adaptados ao corpo. Nos sentimos indesejados se ele não toca pelo menos uma vez por dia. E daqui a pouco teremos androides para tirar foto, assistir filmes, ouvir música, organizar a agenda, conferir e-mails e planilhas, jogar games e mais serviços como mapas por satélite, grupos de relacionamento, entre outros. Ninguém aceita mais fios. A dependência da mobilidade muda o nosso jeito gradativamente. Ocorre relacionamento que tem o fim por sms. Evitar o contato com outra pessoa pode ser uma ação realizada graças ao celular. O objeto serve ainda como escudo e para deter a aproximação de pessoas indesejadas. Do relógio de bolso ao telefone móvel, nossa vida está cada vez mais nômade. Monitores onipresentes é realidade. As telas do PC e do celular de tamanhos diferentes brotam do chão. O vício praticamente toma conta do ser e de bilhões de usuários no planeta.
quarta-feira, 25 de junho de 2008
A canja alucina
Ocorre a ilusão em achar que em centros urbanos o paraíso existe por inúmeras opções pra tudo. A atração social existe desde sempre e hoje temos o colapso. Tem de ter cacife, atitude, e principalmente a vontade. Se você é só formado em alguma coisa desiste. Quem tem o fundamental e o médio tem mais chances e no infinito comércio. Caso contrário, estude todas as línguas possíveis e acredite no sorriso e criatividade master como melhor logotipo na testa. A cidade engole o medíocre facilmente. A dica também é ficar de olho no mundinho fashion, novidades, novo vocabulário, fotolog. Um blog profissional bombástico e bem divulgado faz bem para o curriculo. Participe sem cansar dos eventos considerados importantes. Vale velório pra conseguir cartão de visita. Aliás costume um bom visit card pra completar o personal layout. Faça algum tipo de esporte pra manter a forma. Não tente correr em marginais. Ainda aposte em meditação pra superar a poluição sonora e do ar. Tenha sempre em mente a sua verdade, com os punhos fechados e toda a vontade possível em continuar. A solidão pode acontecer em qualquer momento, pra assinalar. Por isso casamento e luta da dupla convém na empreitada. Porém não desanime sozinho. É importante a animação pra quem sempre dependeu de alguém. Não se deslumbre com drogas, vida fácil inexistente. Uma metrópole com metrô aceita aquele que é rico. Em todos os sentidos.
quarta-feira, 18 de junho de 2008
A melancia freak e hype
Quanto maior a bunda melhor. Mais turbinada, mais siliconada, maior o tesão de quem bate punheta. Agora quem se expõe pode ser considerada freak e curiosamente suculenta. Em qualquer país o apelo sexual rende mídia, dinheiro. A brasileira, porém, é considerada prostituta em qualquer lugar do mundo. Tem o fator carnaval, colonização portuguesa. Hoje, uma mulher aceita mostrar um canhão na capa de revista e se valoriza de outra forma. Se tranforma numa princesa da noite pro dia. E acaba desvalorizando a imagem de uma intimidade feminina. Ok, existe um trabalho fotográfico, uma direção de arte. Ocorre também a mentira. O que se vê nas páginas de uma brazilian Playboy não é fato. Mas uma ilusão cada vez maior se alastra e sem precedentes. Sem dúvida vende horrores. O incrível será o maior prejuízo posterior e atual desde a década de 70, quando a própria mulher saiu da frente do fogão, se libertou e ganhou os holofotes. O retrocesso dessa história pode ser o tamanho de uma bunda. O apelido de uma celebridade se refere a algo comestível. A crítica aqui não existe. A descrição real pode lembrar o horror de nossos avós quando assistiam imagens demoníacas. Ou seriam sábias previsões? Preconceito seria se não houvesse o meu interesse em por no mínimo falar de.
terça-feira, 10 de junho de 2008
O conto do sexo livre
Ao invés do conto de fadas, existe hoje o conto do sexo livre. Assim tem de ser. Se não for proibido e o tão normal será. Faltou em Sex and the City uma lésbica. Nem precisaria ser a Sônia de calças. Mas faltou. O machismo predominou desde o momento da Carrie escritora e sua opção por casar em troca de um nome no apartamento do futuro marido. Daí desencadeou o fato de o homem ter o poder na relação. A dúvida do fraco homem em subir ao altar pode ser tomado como exemplo. Porém não resolve o que acontece de verdade hoje. Quando a Madonna resolveu beijar a Britney na boca, tudo mudou pras próximas gerações. Ser rica é beijar uma mulher na boca? Sexo livre virou moda. E para os mais fracos ainda: promiscuidade. Aí vem a confusão e o erro do ser humano que aprende com os acontecimentos. Jovem adora ídolos. Não adianta. Se contar a história da carrochinha, a menina vai querer subir ao altar, imaginar um cavalo trazendo um príncipe encantado que não existe. Olha, sou bem mais a Miranda que de repente fica assexuada e fala a verdade. Por outro lado, não se deve passar um ódio sábio para o próximo e criar catástrofes em relações. O ódio sábio deve servir como exemplo. Pois sempre a vilã desperta interesse. Quem tem vontade de jogar uma verdade puramente subjetiva e na cara do outro pra compartilhar um sofrimento é o humano. Ninguém se suporta. Suportar alguém pode ser a vitória, o tal do final feliz de histórinhas atualizadas.
segunda-feira, 9 de junho de 2008
Muitos querem e nao sabem o quê
Ao examinarmos as crenças do passado, concluímos que a maioria
delas contém erros e ilusões, mesmo quando pensamos há vinte anos atrás e
constatamos como erramos e nos iludimos sobre o mundo e a realidade. E por
que isso é tão importante? Porque o conhecimento nunca é um reflexo ou
espelho da realidade. O conhecimento é sempre uma tradução, seguida de
uma reconstrução. Mesmo no fenômeno da percepção em que os olhos
recebem estímulos luminosos que são transformados, decodificados,
transportados a um outro código, e esse código binário transita pelo nervo
ótico, atravessa várias partes do cérebro e isto é transformado em percepção,
logo a percepção é uma reconstrução. Tomemos o exemplo da percepção
constante que é a imagem do ponto de vista da retina: as pessoas que estão
perto, parecem muito maiores do que aquelas que estão mais distantes, pois,
a distância, o cérebro não registra e reconstitui uma dimensão idêntica para
todas as pessoas, assim como os raios ultravioletas e infravermelhos que nós
não vemos, mas sabemos que eles estão aí e nos impõem uma visão segundo
as suas incidências. Portanto, temos percepções, ou seja, reconstruções,
traduções da realidade, e toda tradução comporta o risco de erro, como dizem
os italianos 'tradotore/traditore'.
terça-feira, 3 de junho de 2008
Todo um conceito enolístico
As pessoas praticamente são atropeladas na sua frente. Tu vais no supermercado e os preços aumentaram em maneira absurda, faltam produtos nas prateleiras. Sim, a comida tá acabando. Agora ninguém fala e ainda pode ser um alarme perigoso, desesperador. Infelizmente em breve tem a tal da propaganda política na televisão. Uma verdadeira palhaçada pra ganhar dinheiro. Conchavo daqui, indicação dali, quero aparecer acolá. Melhor se segurar. Dançar bonitinho como se estivesse dentro da lei(?). Simplesmente criar um conceito por causa de um sistema. Se mentira tem perna curta, a pata do brasileiro é curtíssima. Escolhe analfabetos, dança na boquinha da garrafa, dá audiência para pqp. Existe uma tendência em acreditar, com otimismo, que em terras tupiniquetas tem riqueza. Mas uma extensão da cidade do Rio de Janeiro é queimada por mês na Amazônia. Prédios populares são pontos de drogas nos centros urbanos na cara do inspetor(?). Nem 20% da população anda de avião. Favelas se proliferam e ganham novos designs. Os shoppings ficam lotados em datas comerciais porque tem glamour. A cerveja do verão e o vinho no inverno. Poucos se preocupam com o arroz, o comandante, o livro, a própria vida. A felicidade pode ser 'morrer bem velhinho, ali sozinho, bebendo vinho e olhando a bunda de alguém', diz o mestre Nei Lisboa.
terça-feira, 20 de maio de 2008
Deu pra vc
Ás vezes é necessário se posicionar diferente e pensar como antropólogo pra visualizar a realidade. Seria humano andar de ônibus lotado e durante horas em engarrafamento de trânsito? É justo a maioria fingir que está tudo ótimo, quando o que está em nossa frente parece outra coisa? Ninguém percebe, mas a natureza dá o aviso sempre. Não sei se os chineses são ETs que se proliferam de maneira absurda. Mas a verdade é que em país mais populoso morrem milhares. Em São Paulo do Brasil a terra também tremeu. Nos centros urbanos se tira mais da terra. Diferente de lugares nos quais as pessoas levam tombo quando duas meninas se beijam na boca, trocam carinhos. Nas grandes metrópoles ninguém se olha no rosto. Nas cidades do interior a população praticamente se encara. E as vantagens de uma reação mais humana existe. As desvantagens de um pré e conceitual comportamento mostra um grande atraso. Então parece tudo incrível quando o reality é monstruoso. Não podemos sair do tabuleiro, porém somos obrigados a se retirar pra não ocorrer a injustiça. O mais justo consegue fazer a prática e se locomove bem em vida agitada. Para adquirir em capitalismo precisamos pensar em socialismo. Uma nova era Imagética substitui o toque. O criativismo em todas as épocas salva e não deleta. E não resolve o anarquismo. O relógio ainda vem adiantado de fábrica.
quarta-feira, 14 de maio de 2008
Blá blá blá é outra coisa
Antigamente o blá blá blá seria falar o dispensável. Hoje em dia queremos conversar, falar mesmo, e ainda temos que dialogar sobre o essencial. Com o MSN não precisamos nem abrir a boca. E quando eu te encontro dá vontade de falar, falar. Pra ouvir besteirol existe a edição, o corte. Se assimila rapidinho e pede logo o desejo. Existe campanha institucional na rua pedindo pras pessoas falarem com o colega do lado. Tira o fone do ouvido e fala. Uma informação e outra se constrói a forma de pensar, a ideologia própria. Saber o que as pessoas querem dizer é um dom que não podemos desperdiçar. Com o GPS então. Nem parar no postinho de gasolina é possível. O comportamento robô se dissemina. As músicas sem vozes são tendências. Tá todo mundo mudo. Daqui a pouco tem surdez, tamanha a poluição sonora. E nos tornaremos primitivos e a comunicação só por sinais. Uma tela de computador fica
pequeninha e cabe na palma da mão. Como não tem escapatória, o pedido é falar. Não desperdice tempo mesmo. Evite se comunicar com indivíduo que escreve 'axim'. A captação de informações se torna necessária quando dependemos da decisão. Não sei, mas quanto mais contatos melhor. Cartão de visita e blog andam bem juntinhos. Se o portfólio tá pronto, é só encarar. Ainda não ouviu falar de blá blá blá?
sexta-feira, 9 de maio de 2008
Reciclou
De repente qualquer coisa se realiza. Encontrar os amigos, andar de bicicleta, conseguir enviar o relatório a tempo, comer no sushi. Mas por outro lado, existem adaptações. Estudar sempre e não deixar de aprender pra o poder em lidar com fatos. Só se aprende perguntando, pedindo. Aí conseguimos lavar a alma. A alma foi feita pra ser lavada. Seja matando uma saudade, dando um presente. Dar o presente também é matar a saudade, e lembre-se. Não confundir dinheiro com outra coisa. Nem tudo é farinha de mesmo saco. A moeda como símbolo pra não entrar em paranóia. Manter os pés no chão e não lançar ninguém, nada pela janela. Quando se aprende e recicla, se renova, se compeleta, se informa e se faz. Seguir uma linha imaginária de desejos contemporâneos. O que passou não importa. O que passou fica pra quem precisa. E como precisa. A aldeia inteligente também tem uma ala de ignorantes. Que realmente ignora certas informaçãoes. E ainda faz coisa errada pra piorar o comportamento da civilização. Quando é uma ação inteligente, mostrando valores, ensinando, existe o por quê. Rir é diferente do deboche. Sorrir sempre foi o melhor passaporte. O mais importante que criar é o respeito com a limitação alheia. Somos determinados por tempo da posição do sol. É bem mais simples do que se imagina viver. Por isso necessitamos a 'leitura'.
quarta-feira, 7 de maio de 2008
Reciclando
Estressado, esgotado, no limite, quase sem pilha. O que fazer nessa circusntância? Fazer. Quando existe tempo, pernas, mente funcionando, sol pra equilibrar o humor, é recomendado fazer. Realizar o que puder. Sempre ajudando, produzindo, atuando, elaborando, cantando, se metendo. A decisão parte do eu e desde sempre. Desde cedo. A intensidade depende de cada um. Cada suor e idéia criada, se considera o mérito. A mente tem tendência contrária, mas se puxa. Recebemos uma frase do amigo. Pedimos ajuda. Ou simplesmente somos. Nunca sozinhos. Tentamos nos justificar da derrota que pode virar vitória. A lágrima, emoção. O sorriso não comove. O olhar conta o livro. O sofrimento como escola. A felicidade como o gozo. A recordação pura vivência. A circulação se permite. A geladeira como troféu em tempos de escassez de alimentos. A música ainda estimula. As cores, os sons, os sabores. A maturidade aguçada. O medo inexiste. A entrega ganha força. A busca constante. O sono é nosso break. De repente acordamos, nascemos novamente para um mundo nervoso. A tensão do homem torna-se inevitável. A biologia responde. A química e a física explicam mais. E falamos. Comunicamos vontades, desejos, buscas pessoais. A mais criativa prevalece. O mais pobre não sobrevive. Nem sempre a moeda monetária e inventada estabelece a posição. Mas provoca o esgotamento. Procura-se a especialidade para viver em mundo cada vez mais rápido.
segunda-feira, 5 de maio de 2008
Quem pega não casa
Sacudir a cabeça para os novos conceitos como certeza. Casamento e constituição da família fica no passado remoto. Novos valores dão permissão para casais separar a hora que quiser e voltar a hora que bem entender. Baixaria pode ser baixar a música e ainda editá-la! A era digital atinge diretamente em relações. Não temos limites na Internet. Na vida real se ultrapassa as barreiras do que antes chamávamos união. Comunidades se proliferam na promiscuidade cibernética. Não confunda a vida real quando a mesma também é virtual. As imagens que aparecem em nossa frente são mensagens para o subjetivo. A busca do melhor ao indivíduo gerada sem regras. Nunca antes culturas se misturam em espaço cada vez com mais adeptos. Mesmo assim nada se compara com vivas imagens. Preservar o espaço onde quer que ele se expanda. Cada um com o seu. Não existe limite no sexo, sempre tratado como tabu por um catolicismo e sua teoria ao longo de anos. O virtualismo taí para a neutralização de conceitos, atitudes tomadas. A limitação do amor não pode existir em atos e com respeito do espaço. A certeza cada vez maior não pode ser melhor idéia de um projeto. O estilo de vida depende do limite implantado por cada sentença. Não existe matemática exata para manter a relação desejada. Seja ela qual for.
domingo, 4 de maio de 2008
Personas non grátis
Estar solteiro pode ser estar casado consigo mesmo. Por mais bom cidadão, o ser humano nunca será o mocinho da história. Olhamos pro lado, existe a vontade em cair na 'perdição'. Ninguém assume e ainda critica. A mente considerada suja é a mais limpa da face da terra em muitas vezes. Gostamos do prazer, desejo proibido. Melhor então não proibir enquanto uma relação existe. A repercussão sem compromisso é sempre 'melosa' e ativa. Nunca passivas. E se for ativas melhor ainda. Repercussões são práticas de uma realidade. Para melhor administrá-las basta o auto-conhecimento. As informações de um tempo infantil formam personas non grátis. A carência em muitos casos causam verdadeiros estragos em vida de casal. A estratégia quem sabe está na quebra familiar. Nem sempre um pai existe, uma mãe é companheira. Pode ser o amigo o melhor. A amizade em primeiro lugar para a existência do respeito. Alegria pode realizar. Quantos estresses seriam evitados em tempos modernos. Ninguém nasce colado mesmo. Já diz o ditado que nascemos carecas, banguelas. Inclusive psicanalistas afirmam que somos desprovidos de sexo nas primeiras idades. Encara-se que solteirice é a melhor coisa do mundo. Mesmo casado. Dizer que a noite promete pode ser uma dica.
quarta-feira, 30 de abril de 2008
O significado de um título
Seria interessante se intitular aos 18 anos ou mesmo trocar de nome em qualquer idade. O signo e a sonoridade das palavras interferem em nosso modo de vida ou naquilo que imaginam que somos. A situação do jogador brasileiro Ronaldo pode ser um case. Considerado o fenômeno em sua profissão, na vida pessoal obteve o declínio. Começou com problemas de convulsão e no joelho, depois peso inadequado, logo após levou uma vida noturna em demasia e, 'enfim', se envolveu em confusão com três travestis. Conseguir se enxergar solucionaria um significado criado por especialistas da comunicação. Se considerar a forma como os japoneses se comunicam, a perspectiva comportamental e cultural se amplia. Muitas pessoas não estão preparadas para receber um apelido no diminutivo ou um título de maior do mundo. São observadas as empresas que vão a falência por conta de um nome que pouco condiz com seus propósitos. 'Atrás' de um nome próprio há o ser humano com posse de necessidades fisiológicas. Na frente de um nome existe a emoção da pessoa. Mais que a sonoridade (em alguns casos considerada ´chata'), o significado de uma palavra modifica valores nem sempre na possibilidade de serem agregados humanamente. O nome de uma estrela do cinema, como outro exemplo, pode ser um desejo maternal ou paternal nunca antes desenvolvido. É arriscado dizer que durante uma vida seremos aquilo que fomos desejados ser. A troca do nome deve ser diária e, com muita responsabilidade, avaliada em significações e subjetividade.
terça-feira, 29 de abril de 2008
RSS e interligado
A cultura é influência direta de comportamento, que transforma a política e denomina resultados. Já temos filmes pornográficos para cegos. O sexo nunca vai deixar de ser a preferência magistral do ser humano. Seja em se masturbar todos os dias, ou fazer sexo (pra quem pode) todos os dias. Por isso a necessidade do cuidado nas decisões. Lembrar antes de editar, produzir a vida e não se afetar pela falta de. Somos humanos e reproduzimos. Não é à toa que a Playboy paga bem, vende mais que água. As pessoas insistem em querer mostrar o corpo pela Internet, sim. Gostaria de conhecer um puritano, um provável não assassino. A sexualidade tratada com mais naturalidade e de maneira primitiva pode ser salvação da humanidade? Retroceder, bater tambor foi coisa de um passado e todo mundo implora. Existe esgotamento de uma forma de pensar. Diante desta questão que atravessou toda a análise, pontua-se mais uma vez que uma obra apenas consegue ser exitosa se cumpre a promessa que ela mesma lançou. Em relação a isso, nos aproximamos de uma provável resposta quando nos apropriamos dos conceitos da estética aplicados às artes, para então aplicá-los aos produtos mediáticos. Ainda se sabe quase tudo o que você pensa pela Internet (rsrsr).
sexta-feira, 25 de abril de 2008
Não deixa quieto
Da infância existem imagens que guardamos na lembrança. Algumas são traumas que impedem bom desempenho. De algumas, sentimos o cheiro depois de anos. Imagens e fatos do passado podem resolver 'problemas' atuais. Investigando com cuidado e possuindo o potencial necessário para interpretar pode ser benéfico para a felicidade de muitos. Um amigo disse que muita coisa que falo aqui as pessoas sentem, vivem. Gostei de ouvir isso, pois tento ser o mais imparcial possível. Ninguém quer saber de minhas neuroses. Mas de fatos que interessam a muitos. Então não deixo quieto. Procuro ao máximo possível tentar entender o meu eu universal. E dessa maneira sigo escrevendo pra, de repente, neutralizar algo do passado que não foi bom para muitos. Uma imagem na hora certa aparece. Nossas ações dependem de imagens imaginativas. E aí lembramos de alguma coisa e realizamos determinadas tarefas voluntárias ou involuntárias. O novo sempre assusta. O velho passa despercebido. Por isso a importância em limpar o baú. Ele foi importante pra nossa formação e personalidade. Decidiu nossas preferências atuais. As revelações de hoje oriundas de vários nãos de ontem. Saber dizer não para uma criança pode ser de extrema importância em eventos do futuro. Somente dizer sim pode ser perigoso. Para não ficar neurótico, não deixe nada quieto.
quinta-feira, 24 de abril de 2008
Toca o terror
O homem nunca foi vítima em contos de fadas. Sempre a mocinha era envenenada ou limpava o chão para as irmãs. Hoje o homem é a maior vítima por não ter sido o coitadinho. Só ele não tem dia. A mulher tem, a Parada Gay lota. Mas o homem ficou de fora da mobilização por preconceito. O torcedor de futebol implora o Dia do Homem. Diziam que ele não poderia ser bissexual. Somente a mulher teria essa dignidade. O homem quando fazia sexo com outro homem era dito gay. Não o consideravam macho e ganhou uma data colorida no calendário. A mulher, porém, depois que experimenta o sexo com outra menina, ainda tem chance de voltar a ser hetero. O ser masculino tem de ser hetero pro resto da vida e provar sua virilidade. Não pode experimentar a fruta, não vira hetero depois do beijo gay e hoje comanda o fogão. O príncipe encantado praticamente se transforma em escravo da mulher. Quanto maior o valor do presente dela, mais valorizada por ele. Precisou ainda receber o título de metrossexual pra igualar o poder. E assim não foi suficiente para a construção de um novo conceito de sua imagem. Mas o responsável foi o próprio homem. Ele, quando ainda não existia televisão, usou de sua força pra se impôr como o superior. Não imaginou que a mulher pudesse reverter a situação. Achou que podia tudo, ganhar a guerra e se deu mal. Muitos aderiram ao movimento gay e agora a bissexualidade impediria uma nova reversão de papéis. O caminho que nasce é o do bissexualismo, ignorando o homossexualismo. A bandeira igualitária toca o maior terror. Guerra dos sexos é coisa do passado.
quarta-feira, 23 de abril de 2008
Chinelos e podres de chique
A figura do homem pode ser coonsiderada o chinelo mais chique que existe. Como em tudo na vida, fica ótimo ponderar. Se a racionalidade fosse privilégio, não existiriam insatisfações. A irracionalidade prevalece na humanidade. A evolução não nos preparou para viver na sociedade moderna que criamos. O corpo automatiza alguns processos e cria hábitos. A economia clássica assume que somos racionais. A economia comportamental, não. O clássico nada modifica e não há como mudar o mundo. Somos limitados e não entendemos o mundo para poder mudá-lo. Quando estamos bem, conseguimos fazer a mudança necessária. Quando não acontece em plenitude impossível, patrocinamos coisas que não permitem a evolução interna. A dificuldade é encontrar o não na criança existente dentro de nós. Somos frágeis enquanto não atingimos a maturidade suposta. Persistimos naquilo que não faz bem, mas achando que está tudo ótimo. Também não adianta dizer 'pense positivo' nas vinte quatro horas do dia. Isso é marketing de um segredo. Aconselho dizer: 'encontre o não dentro de você' . Descobrir o motivo que leva uma 'miséria'. A investigação é interna, subjetiva. Não adianta colocar a melancia na cabeça aqui fora e sem antes modificar intenções pessoais. A nossa cabeça tem coordenação de emoções. Uma sílaba provoca mudança. Se disser 'eu sou rica, linda e bondosa', estará em equívoco. A pessoa é o ser considerado racional mais irracional que existe. Então, indepedente de qualquer idade, somos crianças. Não canse em buscar o não responsável por o que é feito agora.
terça-feira, 22 de abril de 2008
Pensa positivo
Existe uma tendência em pensar negativo. A nossa pele vale ouro e ninguém cuida. Ninguém e somente o eu pode evitar o desgaste psicológico. O cérebro se 'responsabiliza' por todo o resto do corpo. Os órgãos são agregados da massa encefálica. E você coordena a sua vida. Comece a pensar desde agora em viagens para novos lugares ou mesmo no barulho do mar. Mentaliza também o aumento de salário ou uma efetivação por seu esforço. Deleta que tá ficando velho(a) ou não tem namorado(a). Elimina a história da derrota. O cérebro possui uma complexidade inexplicável em algumas vezes. Depende de cada pessoa o equilíbrio e a coordenação motora. E por isso não resolve comparações. Existe a proliferação de infelizes com o corpo e aparência pra citar como exemplo. Isso é um outro sinal do pensamento negativo. Ser único não representa individualismo. Muito pelo contrário. O único tem a chance em ajudar o diferente. E por isso convivemos com as complementações de um todo. Dessa idéia, há possibilidade da tendência do pensamento positivo vingar. O exercício físico a priori. Movimente o corpo e pede. Ainda uma mentira prevalece quando se diz 'sem solução'. Carne crua é diferente de carne bem passada. Se considerar um tombo como o salto, pode ter certeza que existe conquista. Mesmo quando diferente. A fabricação em série pode ser igual. Sentimentos jamais. O desafio de quem pensa negativo é justamente não saber conviver com o diferente. E quem pensa positivo busca a riqueza. Tão simples e ao mesmo tempo tão difícil o entendimento? Quando se quer acreditar em qualquer coisa, acontece. E o anjinho e diabinho; o positivo e o negativo são indicações e símbolos mentais do feito.
segunda-feira, 21 de abril de 2008
Olha eu
O jornalismo gonzo, que narra em primeira pessoa, dá a opinião, bota a cara pra bater, é tudo isso que fazemos. Praticamente empresas virtuais se disseminam em nicknames ou títulos que devem despertar a lembrança do internauta. Existe padaria repleta de laptops sob suas mesas. O dinamismo do celular ganha fôlego. O novo comportamento on line modifica a nossa comunicação. Na maioria dos ônibus estamos sozinhos e com fones nos ouvidos. Se proliferam telas em nossas frentes, em zonas públicas. Não nos dirigimos a ninguém humanamente. Só pelo MSN.
Hoje somos frios, diretos, objetivos, perspicazes, sistemáticos. Num clic temos o sonho realizado. O olhar pessoal e o perigo na net é mais intenso. O tempo levado em conta virou sinônimo de atitude. Existe a rapidez imperceptível e diante de nossos olhos.
Falar aqui da Palavra do Senhor pode parecer patético para muitos. A ordem é rezar e meditar mesmo. Não importa religião. A comunicação, por sua vez, evoluiu nas mãos do homem. Tivemos o fogo e depois a energia elétrica. Há pessoas pensando em caos ao invés de acreditar na passagem. Aí acontece a catástrofe, a dor e o sofrimento. A segunda vida e virtual é somente o indício conseqüente da ferramenta nova para comunicar e que o homem criou. O 'fim do mundo' tá em evidência nos Estados Unidos, berço do capitalismo, que se prepara para situações de emergência. Os problemas ambientais se ampliam e o governo do resto do mundo não se protege ainda do cataclismo. O comunicado do apocalipse tá bem direto. Um vírus/spam instantâneo pode provocar o pânico. E o que fazer sem Internet?
domingo, 20 de abril de 2008
Nós, pessoas normais
Acho ainda na inexistência do mal. Não sabemos de exemplos considerados maléficos em voga. Existe o espírito individual. Não admitimos em muitas ocasiões. Admitir não podia ser limite para superar. A morte é o mistério da humanidade.
Hoje acordei e tive vontade de beber vinho francês. E o casal de amigos convidou pra beber com Dionísio a vontade. Nada melhor que o presente. Um grande presente. Descer a avenida com um guarda-chuva enorme na mão tem seu valor. Me senti armado. Assim como a Internet é na guerra da informação. O profile permite a realidade. E isso prepara pra batalha.
Meu superior é mais louco porque todos somos loucos. A vida de cada um é nada disso que você está pensando. A complexidade da mente humana pode ser o único segredo. O mar de pedra, meu prazer. O barulho constante de carros, minha condição opcional. Adiamos por necessidade. Nós, pessoas normais, bebemos vinho europeu, ouvimos The Cure, comemos chocolate de sobremesa. Carne de porco agridoce, rúcula, arroz e cigarro com sabor de cereja.
Seria péssimo assunto de pessoas anormais numa noite chuvosa. Não existiria contradição. Os conceitos pré-estabelecidos em grande grupo individual não acontece quando justificados como principais. O demônio pode falar mais alto. E não resolve a condenação.
sábado, 19 de abril de 2008
Aniversário no shopping
As diferenças culturais são principais motivos de guerras. O homem acaba com raças, as discrimina e não percebe o estrago direto no comportamento. Conheço pessoas que comemoram o aniversário no shopping e não excluo a festinha da agenda. Outras, fazem um carnaval na quadra de samba e convidam toda a escola. Tem ainda quem prefira um churrasco, a balada, o bolinho.
O combate entre culturas não deveria existir pra ocorrência de respeito. Na cidade grande, por exemplo, existe a 'absoluta solidão'. E isso motiva a comemoração de aniversário no shopping. Gostaria de editar essa fato: o que leva o indivíduo celebrar mais um ano de vida no templo comercial? Além do isolamento, não há falta de opção. Mas a total depre. No shopping não se observa o calor das pessoas. São muitas vitrinas com etiquetas de preços. Acho, inclusive, uma falta de respeito com o convidado e vítima.
O combate cultural acabou. Se entende que em todos os bairros existem ao menos um shopping center. Não sobra tempo pra planejar a festa é outra desculpa. Sei... Nada mais justa a fraca comemoração. Não há vontade nem em dar parabéns por derrota. Acho que, ao invés de cartão, darei uma carta de pêsames. Desejando, porém, toda a sorte do mundo.
Ouço ainda que o aniversariante mais quer o dinheiro. A saúde fica em segundo plano. Aí está o motivo nas entrelinhas. Como fazer nascer dinheiro sem gozar da saúde? E o estresse no estacionamento não colabora com o principal objetivo. Acredito no melhor, ficar em casa. Caso não comemore com os amigos jogo duro no Fasano, inexiste a festa. Eu vou conferir esse festival na praça de alimentação mais pop e se tiver alguma novidade eu conto. Sempre tem. Basta estar vivo.
quinta-feira, 17 de abril de 2008
Penso, falo e não me arrependo
Não sei até que ponto estou errado em falar o que penso. Não vejo necessidade em me reprimir, pensar e não falar. Decidi falar um dia sobre comportamento e TV na grande mídia. Mas preciso respeitar a individualidade de cada pessoa, ser ético.
Eu também posso não desejar ouvir. Tenho minhas vivências, particularidades e sou obrigado. O blog coloquei em favoritos e leio o que, muitas vezes, não gostaria. A informação também pode ser divulgada em veículo de maior circulação e é impossível me alienar pra não perder o 'bonde'.
A minha velocidade cosmopolita em agir pode ser maior a de uma pessoa de cidade do interior e, em algumas ocasiões, ouvimos as mesmas frases, conceitos, modismos. Mas ninguém tem o poder em filtrar por indivíduo e a 'loucura' se generaliza de maneira subliminar e subjetiva. Taí um mal da humanidade: não ter o poder em receber o que estaria de acordo com sua particularidade.
Nesse caso o indivíduo pode entender diferente, mas nunca errado. Do erro, antes tem regras. E pra receber uma informação não existe manual. Mas fala e voz. Visão. Sensações.
Muitas vezes tô de saco cheio do cliente/chefe/preofessor, mas tenho de ouvir uma voz cobrando o surreal que eu considero. Não existe filtro e o aluguel vence no início do mês. Voltamos pra estaca zero. Meu ouvido não é pinico, meu coração não é de ferro e eu vou me irritar. Tiro força do útero que nunca tive e imagino o cliente/chefe/professor um anjo. Sim, meu amado, querido, idolatrado amigo do maternal.
A regra é bater a porta com toda a delicadeza do mundo ao sair de uma sala. E imaginando, claro, aquela batida terremoto. Conseguir enxergar a luz que pode existir. Se quiser e puder.
Pois é. Pensei, falei e não me arrependo.
Eu te amo não resolve
A mulher é a coisa mais chata que existe na face da terra. E eu falo a 'coisa mais chata' para o bem das mulheres. Eu amo as mulheres. No colégio sempre tive uma amiguinha mulher eheheh. Hoje eu tenho muitas. Mas acontece que ela tem aquele fluxo menstrual que atrapalha tudo. Ela vira uma mala, entra em depressão e se não der uma chicotada...
O mais pavoroso é quando ela te chama de meu amor se referindo a um monstro. É uma energia muito louca. Os olhos reviram para todos os lados, as frases são de morte. E tudo isso é tão vital! Se não gostar, nao come até o caroço.
Assim, nervosinhas, elas perdem o posto de melhores em tudo para os novos heteros. Se não entendeu, melhor deixar quieto. Eu também não tô entendendo mais nada. Acho que as machorras conseguirão se destacar mesmo sendo a minoria. E lembre que a equilibrada nem sempre é sapatão.
Nem pro homem e nem pra mulher é mais difícil conseguir as coisas. Acaba aqui essa hipocrisia. Não adianta colocar um decote pra conseguir aumento de salário. Vai saber se o chefe não tem encontro marcado naquela noite com o motorista Zulu, o negão. E se for do sexo masculino, o mesmo. Ninguém acredita que a chefona tem um caso com as duas atrizes, aquelas.
Em dias de corrimento, o melhor é se refugiar na Yoga, fazer um mantra ou reiki, ler Sex and The City pra dar risadas. Não resolve colocar título agressivo no blog, arrancar a ferida com a unha postiça. Aliás, acredito que o fim do mundo tem culpa da mulher e de seu sangue quente mensal quase diário. Mas isso é coisa pra outro post. Caso contrário, apanho.
quarta-feira, 16 de abril de 2008
O sumiço da caricatura
Os diferentes conceitos de sexualidade acabam em no máximo uma década, acredito. E todos serão bissexuais. Isso ocorre porque com a velocidade da informação não existe tempo pra se preocupar em pré-conceitos. Se não der certo, tem outro na fila. E a fila corre mais que carro de Fórmula 1.
Existe uma preocupação em diferenciar, discriminar, 'pré-conceituar' que só permite descaso. Se o sexo for tratado de forma mais natural, o homem evolui principalmente na economia de estado. O homem não acredita que religião, sexo, política são partidos tomados. O mais forte vence? O mais esperto e forte vence, aquele que chega na hora certa, aproveita a oportunidade e acerta. Os anjos que nasceram com a bunda virada pra lua são os nossos exemplos.
Os emoticons vão se multiplicar pra demonstrar a subjetividade. Enquanto não existe o contato físico e a troca de olhares, nenhum tipo de 'contrato' é assinado. E com toda essa eliminação de conceitos sexuais, com maior naturalidade existirá o amor de três. Ninguém mais terá motivo pra encher da cara do parceiro ou parceira. Chegou a Era do Revezamento. Algo antes tratado como coisa do demônio, não pode ser a coisa mais infantil do comportamento pós-moderno.
Críticas superficiais
Ombudsman pode ser qualquer um e com a proliferação da Internet. Em tempos passados havia único profissional no veículo e ele nunca era visto com bons olhos. Jornalistas e órgãos de imprensa, por suas vezes, raramente falavam um dos outros. Veículos especializados também se intimidavam em fazer críticas.
Hoje o precesso mudou. O espaço existe em web-sites especializados, colunas, revistas, blogs, que discutem, reportam, criticam a mídia. As pessoas argumentam, xingam, elogiam, colaboram. E a mídia em debate já é considerada e com ótimos olhares.
É bem verdade que isso tudo permite a existência da velha história de se tomar partido, sem falar que observo a emoção interferindo em algo mais racional e prático. A transparência, porém, não pode ser abstraída desse tipo de comportamento. Mas pensamentos sem lógica exigem cuidados.
Não é difícil encontrar blogs apontando que determinada imprensa se coloca ao lado de tal partido. O trabalho jornalístico deve ser checado com ética, discutido e ser aberto ao interesse do público. Excesso de adjetivos, puxa-saquismo, paquera, ataques sem fundamento só prejudica a comunicação em geral. Quase sempre falta um bom jornalismo cobrindo a produção jornalística.
Falar não é perigoso, mas tenho a dúvida sobre essa discussão antes realizada somente por profissionais da comunicação e especializados. Hoje qualquer pessoa tem sua opinião em rede, e o mundo pode ler, espalhar um casinho desnecessário ou mesmo o fato sério. Mas não vejo futuro para críticas mal feitas dentro do jornalismo de mentiras.
terça-feira, 15 de abril de 2008
Os gays querem virar hetero
Tá uma chatice ser gay. Tem gay em toda a parte. Acho que ser gay virou moda. Tudo bem, eu moro perto do shopping e da rua Gay Boneca, ops, digo Frei Caneca. Mas mesmo assim parece clichê. Até a Ana Carolina quer namorar um homem agora. Saiu notícia na capa da Folha sobre isso!
O homem gay sempre foi muito vaidoso, pra não dizer viado mesmo. E dessa forma sempre buscou os melhores produtos. Claro que o empresário com seu marketing de guerrilha percebeu tal viadice e encareceu os produtos. Porque não importa o preço pro gay. Você conhece a figura. Deve ter um na sua casa. Se não for você mesmo que está lendo esse texto.
Por outro lado, a mulher se adaptou a essa viadice toda e começou a se interessar pelo gay. Sim, o gay tem dinheiro, ele ganha mais pra pagar os produtinhos caros. Lá pelas tantas os gays se adaptam as investidas de muitas mulheres no mercado e querem virar hetero.
Ser gay era sinônimo de promiscuidade por conta do preconceito. E tudo que é taxado vira realidade. Aí o gay mais consciente descobre que é bem melhor constituir família (aqui vale dois homens), ter um relacionamento mais moderno, ou até mesmo não. Ter filho e educar também é super bacana. Depende do casal o futuro.
Não vejo graça em ser gay. Até o borracheiro, o Bernardinho gosta de um vibrador de verdade. O melhor é ser diferente. Chocar todo mundo pra se destacar. E nunca deixar de ser o que se é. Investir no eu interior. Permitir aflorar e sem a necessidade de falar 'chiclete'.
Se antes você tinha dificuldade em identificar um gay, melhor desencanar. Pode ser um hetero gay que resolveu virar hetero. Acho ótima essa nova tendência hetero. Ela só mostra que não existe na raça humana uma denominação. Todos somos iguais como seres em diferentes vivências.
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